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GRANDES MESTRES

Sensei Denilson Caribé





O Mestre Denílson Caribé Nasceu em 15 de fevereiro de 1940, em Santo Amaro da Purificação, Bahia. Iniciou seus treinamentos em 1961, no ginásio Acrópole, tendo como primeiro professor Mário Conceição e depois Eisuke Oishi.

Em dezembro de 1969, quando disputou o Primeiro Campeonato Brasileiro Oficial de Karatê, sagrou-se vice-campeão em kumitê e kata. Em 1970, nos Primeiros Jogos de Brasília, foi campeão em kumitê por equipe e vice-campeão individual em kata e kumitê. Nesse mesmo ano conquistou mais um título: o de campeão brasileiro, por equipe.

Em 1972, ficou em 5º lugar no II Campeonato Mundial tendo que disputar a última luta com um braço deslocado.

Sua promoção para 4º Dan aconteceu no dia 02 de junho de 1978.
Ao longo de sua vida esportiva, Caribé freqüentou vários cursos de aperfeiçoamento com mestres famosos, como Yasutaka Tanaka, Lirton Monassa, Iroiasu Inoki, Sadamu Uriu, Juichi Sagara, Masathoshi Nakayama, Masahiko Tanaka e tantos outros. Além disso, o mestre Caribé foi fundador da Federação Bahiana de Karatê, instrutor chefe da Nihon Karatê Kiokay, na Bahia.

Na Bahia não há como falar em karatê sem falar na ASKABA e na família Caribé. A partir do momento em que Denílson Caribé se empenhou na luta para engrandecer e divulgar o karatê baiano,
sua família não ficou apática ao seu dinamismo, partindo dela seu maior incentivo para que ele alcançasse esse objetivo. Da família composta de doze irmãos, nove homens e três mulheres, cinco
deles dedicaram-se ao karatê, atingiram a faixa preta e conseguiram levar o nome do Karatê da Bahia ao Brasil e ao exterior e até hoje esses nomes são lembrados com respeito por grandes mestres que tiveram oportunidade de conviver com eles em eventos nacionais e internacionais. São eles Denílson, Dorival, Dalmar, Décio e Djalma.

No dia 23 de outubro de 1985, perto da cidade de Vitória da Conquista, em um acidente de carro, ele nos deixou em matéria, porém permanece vivo até hoje em nossos corações.

Sensei Ivo Rangel


Em 1963, no Spartan Gym, conheceu o karatê através do instrutor Múcio Magalhães, aluno do engenheiro japonês Masahiro Saito radicado na Bahia.

Em 1968, a Bahia começou a brilhar nos campeonatos nacionais e as equipes eram Formadas por cinco integrantes, sendo que até 1970, eram titulares absolutos da equipe de kata: Ivo Rangel, Denílson Caribé, Alberto Fonseca, Dalmar Caribé e Ivan Palma. No kumitê, até 1970, a equipe base era formada por Alberto Fonseca, Jocelin Ribeiro, Ivo Rangel, José Guilherme Sabonetão e os irmãos Caribé, Denílson, Dorival e Dalmar; todos de excelente qualidade técnica.


Sensei José Alves ( Zé Karatê )

Zé Karatê e Caribé (ao fundo)


Oishi e Ze Karatê



Zé Karatê e Nishiyama







O Professor “Zé Karatê”, nome popular de José Alves dos Santos, nasceu em 14 de abril de 1936, no município de Japaratuba, no interior do Estado de Sergipe. Casado com a senhora Nilzete Morais dos Santos e pai de três filhos. Formado em Tornearia Mecânica e Mecânica Geral, atualmente encontra-se aposentado de suas atividades laborais.

Em 1946 deixou sua terra natal, ainda muito jovem, emigrando para Salvador-BA com a determinação de ingressar no mercado de trabalho, descobriu a sua vocação no setor automotivo, onde se qualificou, adquirindo especialização, chegando a palestrar.

Sempre foi admirador das artes marciais, em especial, das lutas orientais; iniciou sua vida marcial treinando Capoeira Angola; mas, foi na década de 60, após ser convidado por um amigo desportista para assistir uma aula de Karatê, que ele se apaixonou pelos movimentos rápidos, precisos e definidos executados com altivez no Dojo. Devido aos seus intensos e frequentes treinos, seu professor na época, vale ressaltar, o maior divulgador do Karatê no Estado da Bahia, Denílson Caribe, o apelidou carinhosamente de “Zé Karatê”.

Internacionalmente conhecido, a contribuição do Professor José Alves, Faixa Preta 6º Dan, trouxe melhoria a arte com os conhecimentos adquiridos dos grandes mestres japoneses que vieram ao Brasil. Ao longo de todos esses anos divulgou e administrou cursos teóricos e práticos em diversas agremiações, dentre elas, a Associação de Karatê da Bahia, Clube de Karatê Entre Rios.

Devido a sua reconhecida competência, foi:

- Presidente Interino da Federação de Karatê-Dô Tradicional da Bahia (FKTB),
- Presidente da Comissão de Ética da FKTB,
- Presidente de Honra da FKTB,
- Vice Presidente por três mandatos da FKTB.
- Fundador do Clube Karatê de Salvador, em 24/07/81.

Zé Karatê é o professor mais graduado e antigo do Brasil, no estilo Shotokan, em atividade há 46 anos, ministrando aulas e treinando; é o afiliado mais antigo da JKA na Bahia. Em suas sinceras palavras,demonstra ter orgulho de toda sua trajetória de vida e de cada adepto*, que através dele ingressou no mundo da arte marcial.




Nota:

* Professor Enobaldo foi iniciado no Karatê pelo Sensei José Alves.


Norio Haritani














O professor Norio Haritani chegou ao Brasil em 1967, desembarcando no porto de Santos, SP. Assim como muitos outros japoneses, Norio veio ao Brasil pelas promessas de terras férteis e vastas, e oportunidades de progresso. De Santos, Norio foi para Piracicaba, onde viveu por um ano, ministrando aulas de karate. Sua próxima parada foi Londrina, onde trabalhou por 3 anos no plantio de uva Itália, junto com outros jovens japoneses, trazidos para o Norte do Paraná através de um intercâmbio com a Cooperativa Cotia.

Durante este período, o sobrinho de seu patrão, Heikiti Hirooka, ficou sabendo dos conhecimentos do jovem Haritani na arte do karate, e o levou para a Faculdade de Agronomia Luiz de Queirós, onde Norio ministrou aulas da arte marcial durante o ano de 1970. Ao retornar à Londrina, Norio teve a chance de substituir seu amigo, Naoyuki Hirakawa, no comando de sua academia de karate que, graças ao trabalho do professor Norio Haritani, se tornou oficialmente a Associação Londrinense de Nihon Karate Kyokai em 10 de fevereiro de 1971.

Sua carreira no karate começou em 1960, aos 14 anos, na cidade de Kyoto, no Japão.
Aos 20 anos, idade com que veio para o Brasil, Norio já era faixa preta 3° Dan e hoje é 4° Dan na arte marcial. Em 1982, formou-se em Educação Física pela FEFI. Em 2004, escreveu o livro " Norio Haritani Karatê ", que traz detalhes da história da Associação Londrinense Nihon Karatê Kyokai, fundada em 1969 e que difundiu a arte marcial na cidade.

Viúvo, pai de 2 filhos (Magno Takeshi Haritani, faixa preta 1° Dan, e Alex Ossamu Haritani), o professor Norio sempre foi descrito por seus alunos como um homem humilde, batalhador, desapegado à coisas materiais e de espírito elevado.
Após enviuvar, Noriu Sensei tornou-se monge budista, passando a viver sua vida de maneira ainda mais humilde e desprendida!


Lyoto Machida



Lyoto Carvalho Machida nasceu em Salvador / Bahia, em 30 de maio de 1978, é um lutador de Karatê Shotokan e MMA, filho de japonês com uma brasileira; reside atualmente em Belém, capital do Pará.





Aos 31 anos, Lyoto é filho caçula do mestre Yoshizo Machida, um dos pioneiros do Karatê no Brasil. Sensei Y. Machida é engenheiro civil nascido na cidade de Ibaraki, no Japão, chegou ao Brasil em 1968 e trabalhou abrindo estradas e construindo pontes no interior do Pará - Estado que abriga a terceira maior colônia japonesa do País. Ao final do contrato, sem nenhum conhecido em Belém e com dificuldades com a língua que duram até hoje, Yoshizo chegou a passar fome. "Não voltei pro Japão porque seria uma vergonha", diz. Resolveu, então, viver da faixa preta. Começou a dar aulas em academias até fundar a própria, a Apam - Associação Paraense de Artes Marciais. Depois se casou com a funcionária pública, senhora Ana Cláudia Carvalho, com quem teve os filhos Takê, Chinzô, Lyoto e Kenzô, dedicados ao Karatê com exceção do último, que é repórter da TV Globo em Brasília.



Foi no Karatê que Lyoto teve o encontro com aquela que seria sua mulher. Foi durante um treino, aos 15 anos, que ele conheceu a paraense Fabyola. Numa certa segunda-feira, ela o desafiou para o namoro. Lyoto recuou: disse que precisava pensar e pediu que ela voltasse na quarta. "Meu pai educou a gente assim, muito bruto, muito tradicional", diverte-se hoje, casado e com um filho de 7 meses, Taiyô, que significa "sol" em japonês.

Quando o adolescente Lyoto - fascinado pelas proezas de Royce e Rickson Gracie, filhos do lendário Hélio - disse que queria lutar no vale-tudo, o pai não concordou. Como diversos outros representantes de escolas tradicionais de artes marciais, mestre Machida não via muita nobreza nesse tipo de evento. Percepção semelhante à do filme Cinturão Vermelho (2008), do britânico David Mamet, que narra a história de Mike Therry, professor de jiu-jítsu aferrado à tradição, para quem "a competição desvirtua a luta, pelo simples fato de que uma competição não é uma luta". Machida impôs ao filho a condição de que se formasse na faculdade antes de escolher seu caminho. Até o diploma de educação física chegar, Lyoto, faixa-preta de Karatê desde os 13 anos, aperfeiçoou sua técnica na academia da família em Belém, e praticou Jiu-jítsu e Sumô. Do primeiro, conta, vem a "pegada" e o timing preciso de seus golpes; do segundo, a qualidade de sua luta de solo; do terceiro, a base que o torna um adversário difícil de se derrubar.

Começou a treinar Sumô aos 12 anos e Brazilian Jiu-Jitsu aos 15 anos. Ele ganhou um número de torneios de Karatê, incluindo o Pan-Americano 2001. Ele foi o vice no campeonato Brasileiro de 2000 de Sumô na divisão de 115 kg. Já adulto, Lyoto foi bicampeão brasileiro, e vice campeão no Campeonato Sulamericano. Além de seu Sumô e realizações de Karatê. O irmão de Lyoto, Chinzo Machida foi vice campeão mundial de Karatê Shotokan (Austrália 2006), perdendo apenas para o número do ranking o mestre Koji Ogata. Lyoto e Chinzo lutaram em uma final Karatê há 10 anos em que o Lyoto deu Chinzo uma cicatriz do rosto que ainda hoje existe. O mestre Y. Machida diz, que a rivalidade entre os dois irmãos foi determinante para o sucesso dos dois.



Lyoto começou a lutar no K-1 quando ainda era evento de MMA, Lyoto conseguiu duas boas vitórias contra dois altamente qualificados Kickboxers, Michael McDonald e Sam Greco. Em sua última luta pelo K-1, no K-1 Hero's 1, ele enfrentou o Campeão dos Pesos Leves do UFC B.J. Penn, a luta era de peso livre onde, lutou pesando 102 kg, enquanto Pen pesava 83 kg; após massacrar Penn com socos, venceu por decisão unânime, mas não obteve muito reconhecimento pela vitória. Após se separar definitivamente de Inoki, Lyoto assinou com o World Fighting Alliance, e começou a competir nos Estados Unidos. Em sua estréia, derrotou Vernon White por decisão unânime no WFA: King of the Streets em Inglewood, Califórnia. Após a luta Lyoto saiu do evento, e assinou com o UFC.

A sua estréia no UFC no card preliminar do UFC 67 contra Sam Hoger e venceu por decisão unânime. Após a vitória Lyoto conseguiu estrear no card principal no UFC 70, e ganhou por decisão unânime contra David Heath. Em seguida, ele enfrentou o praticante de Judô e veterano Campeão do Pride Kazuhiro Nakamura no UFC 76, vencendo por decisão unânime.

No UFC 79, Lyoto enfrentou o altamente elogiado Rameau Thierry Sokoudjou, um praticante de judô que estava fazendo sua estréia no UFC após duas vitórias rápida de virada sobre veteranos do Pride Rogério "Minotouro" Nogueira e Ricardo Arona. A vitória marcou a sua primeira finalização no UFC submetendo Sokoudjou Katagatame no segundo round.



Próxima luta de Machida foi no UFC 84, contra o ex-campeão dos Meio-Pesados do UFC Tito Ortiz no que seria a ultima aparição de Ortiz antes de uma longa disputa com Dana White, que levou Ortiz a ficar mais de um ano fora do UFC. Machida deixou Ortiz completamente frustrado com sua movimentação lateral e com contra-ataques perfeitos, além de evitar todas tentativas de quedas do ex-campeão. No último minuto do primeiro round Ortiz e Machida começaram uma trocação, mas Machida conseguiu acerta um golpe que derrubou Ortiz, Lyoto rapidamente conseguiu uma posição de crucifixo e começou a dar socos no rosto desprotegido de Ortiz. O round terminou antes, da paralisação. Nos segundos finais do terceiro round, Machida acertou uma joelhada voadora no corpo de Ortiz que o derrubou. Machida partiu para terminar a luta, Ortiz tentou um triângulo com estrangulamento antes de fazer a transição para uma tentativa de armlock. Machida conseguiu escapar e ganhar a luta por decisão unânime, e os três juízes marcou a luta 30-27 a seu favor. Machida estava inicialmente programado para lutar contra o colega brasileiro invicto Thiago Silva no UFC 89 em Birmingham, Inglaterra, entretanto, a luta foi adiada devido a uma lesão nas costas de Silva. A luta finalmente aconteceu no UFC 94.

A luta ficou marcada mundialmente, por uma nova técnica de contra-ataque desenvolvida por Lyoto, o "direto e rasteira", sempre que o Thiago Silva tentava um chute ou uma joelhada, Lyoto contra-atacava com um direto no rosto ( Oi Zuki ) e uma rasteira típica de Karatê ( Ashibarai ), que levava o Silva para o chão completamente desguarnecido. Depois de marcar vários knockdowns e rasteiras, Machida conseguiu nocautear o Silva no segundo final do primeiro round com um soco " superman ". Esse foi o primeiro nocaute do Lyoto no UFC. Após duas vitórias sensacionais não tinha como segurar Lyoto, então o presidente do UFC, Dana White, credenciou Lyoto o primeiro desafiante do Campeão dos Meio-Pesados do UFC, Rashad Evans.

O confronto entre Lyoto "The Dragon" Machida contra Rashad "Sugar" Evans seria a primeira disputa pelo cinturão do UFC por dois lutadores invictos, no UFC 98.A luta começou morna com Lyoto dominando o octógono e esperando um contra-ataque enquanto Evans fazia uma movimentação lateral esperando um contra-ataque, mas que os dois partiram para o ataque, Machida teve um knockdown, enquanto, Evans se esforçou para fazer qualquer progresso. No segundo round, Evans partiu para cima mas experimentou uma enxurrada de socos precisos e contra-ataques certeiros de Machida, quando os dois foram para o clinch, Lyoto começou a acertar Evans que sorria, até levar um forte soco na ponta do queixo, que o desmaiou. Machida posteriormente foi coroado o novo Campeão dos Meio-Pesados do UFC, com nocaute pela segunda vez consecutiva. A vitória de Lyoto percorreu o mundo todo, apartir desse dia Lyoto se tornou o Meio-Pesado mais temido do MMA, até a lenda, o Capitão América Randy "The Natural" Couture disse-se impressionado com o desempenho de Machida, e disse que antes de se aposentar de vez fará uma luta contra Lyoto.

A primeira defesa do cinturão seria contra Quinton "Rampage" Jackson, mas o Rampage optou ser treinador na décima temporada do reality show "The Ultimate Fighter" que teria a presença de seu ídolo Kimbo Slice, o outro treinador seria Rashad Evans. Então foi decidido que Lyoto enfrentaria o ex-Campeão do Torneio dos Pesos Médios do Pride Mauricio "Shogun" Rua.



A luta aconteceu no UFC 104, em Outubro de 2009. Machida chegou a luta invicto sem nunca ter perdido um round no UFC, enquanto Shogun vinha de dois nocautes sobre dois membros do Hall da Fama do UFC. Após uma luta muito disputada, os três juízes marcaram 48 a 47 para Machida que permaneceu sendo o campeão, o público presente que no início da luta gritava o nome do Lyoto apoiando ele claramente, acabou vaiando o Lyoto pois esperavam mais do campeão, Lyoto se defendeu como pode e disse a Joe Rogan que tinham três árbitros especializados e se os três marcaram a mesma coisa, ele era sem dúvida o campeão. Ao ser entrevistado, Shogun, decepcionado, disse que não entendeu a marcação dos juízes. Por um lado, Machida disse posteriormente que havia chegado mais perto de ter nocauteado no terceiro round e então o resultado para ele era justo, mas por outro lado, Shogun se defendeu dizendo que acertou mais golpes que o Machida no total da luta e consequentemente pontuando mais. Os dois concordaram com uma revanche.

A decisão controvérsa incluiu muitos espectadores, incluindo o presidente do UFC Dana White, Lorenzzo Fertitta (Um dos donos do UFC),o amigo fiel de Shogun Wanderlei Silva, Quinton Jackson, Frank Trigg, Jon Jones, Rashad Evans e até a lenda, o Capitão América Randy Couture, afirmaram que Shogun havia ganhado a luta. Muitos sites desportivos também alegaram a vitória do Shogun. Nos Estados Unidos, uma revista de nome "CompuStrike" lançou uma matéria logo após o combate, mostrando que o Shogun desferiu mais do que o dobro de golpes que o Machida pontuando muito mais, o que foi rebatido por alguns blog's, comentaristas e telespectadores que fizeram uma contagem dos golpes efetivos de cada um e alegaram que o Lyoto tinha sido mais efetivo. Um dos juízes do [[UFC 104] alegou que o Shogun havia ganhado o 4° round da luta após ter dado o round para o Lyoto. Um dos juizes, o Cecil Peoples, alegou que a vitória do Lyoto foi justa, pois para avaliar uma luta é preciso buscar vários critérios técnicos, e que na maioria dos critérios o Lyoto levou vantagem. Os companheiros de treinamento do Machida, Anderson Silva, os irmãos Nogueira (Minotauro e Minotouro), o veterano de MMA Pedro Rizzo, e o ex-Campeão dos pesos médios do UFC Murilo Bustamante, acharam que o Lyoto realmente teria ganhado, alegando que o Shogun fez muito pouco para um lutador que queria ganhar o cinturão.

Na intitulada maior revanche do MMA mundial, segundo Dana White, no UFC 113, em 09 de maio de 2010, Machida perdeu a sua invencibilidade e foi noucauteado aos 3 minutos e 35 segundos do primeiro round. Lyoto conseguiu algumas quedas, mas Shogun conseguiu uma montada após um cruzado que, mesmo passando de raspão, deixou Lyoto incosciente. E com uma sequência contundente de socos, Shogun nocauteou Lyoto, tornando-se o novo campeão dos meio-pesados.

Dana White comentando acerca de Lyoto, disse " Eu nunca tinha visto ninguém lutar como ele ", "Fazemos estatísticas sobre as lutas e, na história do evento, ele é o lutador que menos foi atingido. Levou apenas um golpe a cada dois rounds e meio. Isso é maravilhoso."

Para o principal comentarista de artes marciais da TV americana, o ex-lutador Bas Rutten, Machida "luta de maneira muito inteligente, mantendo-se na defensiva e aguardando o erro do adversário para contra-atacar".

Cabe aqui uma ressalva; Lyoto, apesar de ter perdido o cinturão, é um grande lutador, exímio praticante de Karatê Shotokan, trata-se de um guerreiro trilhando o caminho da razão, buscando superar seus limites; a perda de uma luta não significa o término de um excepcional trabalho no campo das Artes Marciais, mas, representa um grande aprendizado, que amadurece e torna forte. Desejamos a você Lyoto, uma recuperação rápida, que volte logo para os treinos e desponte como nunca no UFC.

Oss !!!!